A Toupeira Gigante

Der Riesenmaulfwurf

Ao Imprevisto Existêncial

Lutar não constitui a prova de um amor, nunca foi prova de amor fazermos tudo por alguém, nunca.

(As) pessoa(s) tem de ter uma coisa muito importante nos seus conceitos de sobrevivência, RESPEITO..

Na realidade é tudo relativo, gostamos mais de ser perdoados do que perdoar, principalmente se houver interesses subjacentes ao perdão.

Tudo depende do tal interesse subjacente, lá está. As nossas atitudes, os perdões ou os sentimentos de culpa, insegurança ou segurança, todas as nossas acções e maneira de ver as situações diferem consoante os momentos e os interesses. O que para nós, ontem era errado, hoje é uma coisa correctíssima.

Não deixa de ser verdade que a frieza e o calculismo, andam sempre de mãos dadas.

Não (podemos) lutar até a um fim que já não existe, e isso é a providência da parte inteligível, que nos diz: "Não vale a pena”.

posted by GOODNIGHT @ 05:47, ,

O Egoísmo Natural

Eu sou o egoísta, vítima do egoísmo natural da espécie humana, e das pessoas que fazem da sua vida, o sofrimento prematuro dos outros. Os egoístas não sofrem, ou se sofrem, sofrem em silêncio, pois são demasiado egoístas para mostrar aos outros, o seu próprio sofrimento.

posted by O Egoísta @ 18:08, ,

O Desespero do Selvagem

Não é na verdade absoluta que nos encontramos a nós próprios, é na realidade dúbia das emoções e dos sentimentos. É nas nossas próprias vontades, e é no lado animal que melhor nos manifestamos...A natureza humana assim o obriga, o lado selvagem e precoce da sociedade, ainda está presente, embora esteja envolvido na manta do socialmente aceite..Mas por vezes, conseguimos tirar um pouco essa manta, e revelamo-nos.. É nessas alturas que entendemos a nossa essência, e o motivo pelo qual estamos aqui, e o motivo pelo qual todos os seres vivos estão..E é isso que nos desespera, sermos, tão selvagens como os outros animais...

posted by O Egoísta @ 20:02, ,

O Desespero Humano

Kierkegaard descreve o desespero humano, descreve o seu próprio desespero, descreve o seu eterno conflito existencial e encerra-se a si mesmo nas suas dúvidas.
Assim como Kierkegaard, todos nós temos para nós "um mistério em nós mesmos", definição de Sartre para Kierkegaard, mas a qual pode ser utilizada para um todo, e é nessa ideia e no conceito de Desespero e Humano que nos encerramos nas nossas manifestações dúbias e duvidosas sobre o nosso próprio papel na humanidade. Felizmente somos livres dos nossos actos, e ninguém nos pode impedir de pensar, ninguém pode falsear a nossa própria existência e a consequente essência. Por vezes somos nós mesmos que o fazemos, talvez por desconhecermos a nossa própria existência ou apenas por duvidarmos da nossa essência, e assim nos tornamos vítimas de uma realidade absurda, mas sempre factual...e desesperante.

posted by GOODNIGHT @ 20:12, ,

O Trecento

A Introdução

O muro tem de cair mais tarde ou mais cedo, e a união será consumada, entre a paz e o querer ser maior. Perder hoje, não é perder sempre, e se hoje me sinto menos igual a ontem, é verdade que também me sinto mais forte e muito mais capaz de rir, chorar, sentir, e sobretudo de me conhecer a mim próprio. Não estou na era das luzes, mas há luzes em cada esquina, em cada beco ou túnel da nossa vida, basta procurar, sem pressas e sem pressões. Ser assim como sou não me dá vantagem perante os outros, apenas a mim próprio, e é assim que por vezes me torno o tal Egoísta (Esse mesmo que alguém me acusa de ser). O caminho que me trará de volta está longe do fim, mas felizmente já estou em movimento. Talvez na confissão do Egoísta seja entregue a minha própria absolvição. Sub entendam.

posted by GOODNIGHT @ 18:14, ,

#002 - Coisas por fazer

Se por um infeliz acaso, amanhã morresse, não desejaria que tivessem pena e compaixão de mim, penso que só a fraqueza da não existência, já o é mais que suficiente para assumir a nossa fragilidade.

Não posso deixar de dizer, que estar só ou não, no momento em que perecemos, não é uma condição para terem mais ou menos pena de nós, até porque se formos fazer um relatório pormenorizado da nossa existência, descobríamos que: A grande maioria de nós se sente só, mesmo estando acompanhados, como tal, seria absurdo pensar que o nosso estado momentâneo tivesse qualquer significado no perpétuo estado de morte.

Se a nossa vida se faz de momentos, felizes ou menos felizes, dependendo do tal conceito de felicidade, palavra essa que nos deixa sempre com a palavra "utopia" presa na garganta, então podemos analisar as coisas como um bolo, e de aì tirar as devidas conclusões, embora pense e tenha a absoluta certeza, que a conclusão a que cada um vai chegar pouco importará naquele preciso momento, se fomos ou não felizes, se vivemos bem ou mal, não terá qualquer sentido no momento em que a chama da vida se apaga.

O que para uns é uma viagem fantástica, para outros ficará a sensação que foi apenas uma viagem de rotina. Não podemos medir o que não tem medida, nem mesmo na idade, nem mesmo no tempo, o tempo que mesmo sendo a tal “contagem de movimento” é igual para todos, e menos igual para nós próprios, ficará sempre a sensação que algo ficou por fazer, tenhamos 20, 30 ou 90 anos, pese embora nesse preciso momento a única coisa que ficou por fazer foi viver.

posted by O Egoísta @ 04:51, ,

#001 - K.

Ser o que sou, não faz de mim nem mais nem menos que um Ser essencialmente só... e a solidão também pode ser uma companhia... Obrigado Kafka !!!

posted by O Egoísta @ 23:05, ,

 

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